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segunda-feira, 7 de março de 2011

Segurança de sistemas automotivos é fraca, mas vírus estão distantes


Sistemas automotivos costumam usar sistemas “prontos”. O primeiro tablet brasileiro, que roda o Android, do Google, por exemplo, é destinado a sistemas automotivos. A mesma destinação é esperada para o sistema MeeGo – baseado em Linux. Apesar de serem todos esses sistemas para os quais existem pragas digitais, deve demorar para que carros transformem-se em alvos de vírus – o que não livra de outros ataques.

Se você tem alguma dúvida sobre segurança da informação (antivírus, invasões, cibercrime, roubo de dados, etc), vá até o fim da reportagem e utilize a seção de comentários. A coluna responde perguntas deixadas por leitores todas as quartas-feiras. A Toyota havia informado que o computador de bordo, apesar de possuir Bluetooth, não usava o sistema Symbian e, portanto, não poderia pegar o vírus. A montadora cedeu um carro para a F-Secure testar, mesmo assim.

De fato, o arquivo não foi transferido com sucesso para o Prius. A F-Secure testou diversos outros ataques, mas nenhum deu certo. A única coisa que conseguiu foi travar o dispositivo com um nome corrompido na lista de contatos (o carro tinha suporte a uma lista de contatos interna).

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